Coquetel de abertura da 11ª Mostra de Arte da Terceira Idade ocorre no Residencial Israelita Albert Einstein

A Mostra é uma parceria entre a Federação Israelita SP e o Residencial Israelita Albert Einstein e reúne esculturas, fotografias, pinturas, colagens e faianças

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Vista geral de parte das obras. Foto: Liane Gotlib Zaidler.

No último domingo, 18, foi realizado, no Residencial Israelita Albert Einstein, o coquetel de abertura da 11ª Mostra de Arte da Terceira Idade, que visa valorizar talentos artísticos e incentivar a expressão criativa dos membros 60+ da comunidade judaica, demonstrando, assim, que a idade não limita a capacidade criativa. A Mostra é uma parceria entre a Federação Israelita SP e o Residencial Israelita Albert Einstein e reúne esculturas, fotografias, pinturas, colagens e faianças. 

Apresentação do Coral. Foto: Liane Gotlib Zaidler.

O evento começou com uma fala do presidente da Federação Israelita SP, Marcos Knobel. “A idade não é numérica. Nós podemos ter idosos com cabeças progressivas”. 

Nivea Pires, Sueli Schreier e Marcos Knobel. Foto: Gabriel Kosman.

Esteve presente também um animado coral formado pelo Centro Dia e pelo Centro de Convivência da Unibes, que apresentou as músicas Od Yavo Shalom Aleinu, Yerushalayim Shel Zahav, Eu Quero Apenas, Hallelujah, Salaam e Hava Nagila. 

A tarde também foi marcada pela emocionante homenagem a Claudio Finzi, que faria 97 anos e passou pelo Residencial, deixando seu legado através de sua arte, feita por sua filha Simone Finzi. “Durante todo esse tempo, ele participou com orgulho de todas as mostras de arte organizadas pelo residencial. E hoje, mesmo em memória, ele continua presente através de suas pinturas expostas nesta casa”.

Nivea Pires. Foto: Gabriel Kosman.

“O fato de participar, de ver as pessoas, seus familiares e amigos também acrescenta muitos anos de vida a cada um dos idosos”, disse Sueli Schreier, Assessora Executiva da Área Social e Envelhecimento da Federação Israelita SP. 

Marcos Knobel discursa. Foto: Liane Gotlib Zaidler.

“O idoso constrói, durante meses, e até anos, a obra que está exposta aqui. E essa obra está aqui para ser valorizada, para ser apresentada para a comunidade. E com isso, ele expõe seus sentimentos, memórias e até angústias, através da arte. Arte serve para isso”, afirmou Nivea Pires, gerente do Residencial.

Simone Finzi discursa. Foto: Gabriel Kosman.

“Não existe idade para a produção, não existe idade para a cultura e aqui está a demonstração do que esses idosos são capazes de fazer”, pontuou Marcos. 

As obras ficarão expostas até 23 de maio, no próprio Residencial.