Fundo de Bolsas ultrapassa meta nos 10 anos de campanha

Clube A Hebraica foi palco de diversas atividades nos dias 6,7 e 8 de setembro

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Salão Marc Chagall. Foto: Gabriel Kosman.

Durante os dias 6,7 e 8 de setembro, ocorreu a décima campanha de arrecadação do Fundo de Bolsas, programa de bolsas de estudo, em 13 escolas judaicas da cidade de São Paulo, voltado para crianças e jovens da comunidade em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No domingo e na segunda, profissionais, doadores, voluntários e a comunidade judaica em geral se reuniram no Salão Marc Chagall, no clube A Hebraica de São Paulo, para chegar a um único objetivo: arrecadar 43, 7 milhões e garantir o futuro de mais de 835 alunos. Com diversas atividades, que incluíram entrevistas, natação, venda de produtos e poker, não só se bateu a meta, como ela foi ultrapassada, sendo o resultado final 44,4 milhões. 

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“Para organizarmos esse evento, contamos muito com o apoio de todas as escolas, estando elas super engajadas, realizando atividades com os alunos e famílias. Não só para captar o dinheiro, mas também para conscientizar o valor da causa, da educação judaica”, comentou Dov Bigio, gestor do Fundo de Bolsas. 

“Não fazemos nada sozinhos e se não fosse por cada um que esteve conosco, esse sucesso não seria possível”, colocou Mônica Cohen, responsável pela Captação e Relacionamento. 

“Foram 3 dias extremamente movimentados e alegres, em que vimos a união da nossa comunidade. Jovens, rabinos, pessoas de diversas linhas ideológicas, tentando trazer para cada criança, um ensino judaico digno, de qualidade. E conseguimos”, afirmou o presidente da FISESP, Marcos Knobel. 

“O Fundo de Bolsas tem uma importância imensa para a nossa comunidade, além de garantir educação judaica de qualidade para todos aqueles que precisam, ele também une todas as escolas, todas as origens e todos os perfis de família”, disse Sandra Chayo, ativista e empresária. 

“O projeto tem diversas vantagens. É o único projeto unânime. Todos concordam que é preciso ajudar os alunos a estudarem”, pontuou Joseph Nigri, empresário.