O apoio do governo brasileiro à acusação de genocídio contra Israel é vergonhoso, injustificável e afronta os princípios mais básicos da verdade e da justiça.
Trata-se de uma distorção grosseira da realidade que ignora o massacre de 7 de outubro, o sequestro de civis israelenses, ainda mantidos em cativeiro, e o uso sistemático da população palestina como escudo humano por parte do grupo terrorista Hamas.
Acusar Israel de genocídio enquanto silencia sobre os crimes do Hamas é moralmente inaceitável e politicamente perigoso. O Brasil abandona sua tradição diplomática de equilíbrio e se alinha a regimes autoritários e narrativas extremistas que deslegitimam o direito de um país de se defender.
A Federação Israelita do Estado de São Paulo reitera que essa postura envergonha o Brasil, rompe com a verdade histórica e não representa os valores da imensa maioria da sociedade brasileira.
Israel tem o direito e o dever de se defender. Os reféns devem ser libertos. E o Brasil deveria estar ao lado da justiça, não ao lado do terror.













