Em entrevista à Times Brasil, o presidente executivo da Fisesp, Ricardo Berkiensztat, avaliou que a escalada do conflito no Oriente Médio já começa a produzir reflexos no ambiente diplomático e econômico internacional.
Segundo ele, é natural que um confronto dessa magnitude gere impactos imediatos no cenário global, especialmente diante da instabilidade regional e do aumento da percepção de risco geopolítico. Tensões militares costumam provocar maior cautela nas relações internacionais, com ajustes diplomáticos pontuais, intensificação de consultas entre governos e possíveis revisões temporárias de agendas bilaterais.
No campo econômico, os efeitos tendem a aparecer rapidamente na volatilidade dos mercados, com reflexos nos preços da energia, nos seguros de transporte, nas cadeias logísticas e no fluxo de investimentos. A região do Golfo possui papel estratégico no fornecimento global de petróleo e gás, e qualquer escalada pode impactar custos internacionais, fretes e expectativas inflacionárias.
A Fisesp segue acompanhando com responsabilidade e serenidade os desdobramentos do cenário internacional, atenta aos reflexos econômicos e institucionais que também alcançam o Brasil.












