A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), em parceria com a Organização Sionista Mundial e o Fundo de Bolsas, promoveu, na última quarta-feira (26), um encontro com a jornalista e ativista brasileira-israelense Rachel Safdie. Com o tema “Feed, Fake News e Israel”, a conversa reuniu participantes para uma reflexão sobre comunicação, geopolítica, atualidades e os desafios de compreender Israel em um cenário marcado pela velocidade das redes sociais e pela disseminação de informações falsas ou distorcidas.
Com experiência direta na comunicação sobre Israel, Rachel Safdie já atuou na Unidade de Porta-Voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) e desenvolve conteúdo em português e inglês sobre Israel, o Oriente Médio e questões relacionadas ao antissemitismo. Seu trabalho nas redes sociais busca ampliar o acesso a informações e apresentar perspectivas sobre temas frequentemente marcados por desinformação e narrativas conflitantes.
Durante o encontro, Rachel abordou a importância de compreender o contexto por trás das notícias que circulam diariamente, especialmente quando o assunto é Israel e o conflito no Oriente Médio. A conversa também destacou o papel das redes sociais na formação da opinião pública e a necessidade de desenvolver um olhar mais crítico diante de conteúdos que ganham alcance rapidamente, mas nem sempre apresentam informações completas ou confiáveis.

A trajetória de Rachel reúne experiência em comunicação, atuação em Israel e presença digital. Em 2025, ela participou do Fisesp Talk Podcast, em uma conversa sobre sua experiência como porta-voz das FDI, o combate ao antissemitismo e a importância de utilizar as redes sociais para enfrentar a desinformação.
Ao promover encontros como esse, a Fisesp reforça seu compromisso com a informação, o diálogo e a formação da comunidade judaica, criando espaços para discutir temas que impactam Israel, o povo judeu e a sociedade contemporânea.
“Feed, Fake News e Israel” trouxe, assim, uma provocação necessária: em um mundo em que a informação chega em segundos, saber interpretar, contextualizar e questionar aquilo que aparece na tela tornou-se também uma forma de responsabilidade.













